Pinha, fruta do conde, ata…
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Cientificamente
Annona squamosa, vulgarmente conhecida como pinheira, ateira, fruta-de-conde, pinha[1] e no sul do Brasil como quaresma.[2] É uma planta da família Annonaceae, com tamanhos de 4 a 6 metros de altura, muito ramificada. É uma planta de clima tropical a subtropical, que não tolera temperaturas muito baixas.
Índice [esconder]
1 Etimologia
2 Descrição
3 Referências
4 Ligações externas
[editar]Etimologia
“Pinheira” e “ateira” são referências ao fruto da árvore, chamado pinha ou ata.[3] O nome científico da espécie, Annona squamosa, traduzido do latim, significa “disposições escamosas”.[4] É uma referência à aparência externa da fruta, que se assemelha a escamas.
Fruta-de-conde fotografada no município de Vila Nova dos Martírios, no estado do Maranhão, no Brasil.
“Fruta-do-conde” e “fruta-de-conde” são oriundos do fato de a primeira muda da espécie, vinda das Antilhas, ter sido plantada na Bahia, em 1626, pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa. Somente em 1811, a espécie foi introduzida no Rio de Janeiro, por um agrônomo francês, a pedido do rei dom João VI.
No Nordeste do Brasil, Brasília e interior do estado do Rio de Janeiro, a fruta-do-conde é confundida com a Annona coriacea, sendo plantada atualmente no Vale do São Francisco, incluindo a fruta modificada sem sementes.
É também conhecida no Norte e em partes do Nordeste do Brasil como ata.
[editar]Descriçã
Annona squamosa, traduzido do latim, significa “disposições escamosas”. É uma referência à aparência externa da fruta, que se assemelha a escamas. Vulgarmente conhecida como fruta-de-conde, pinha , no sul do Brasil como quaresma e no norte e nordeste como ata . É uma planta da família Annonaceae .
“Fruta-do-conde” e “fruta-de-conde” são oriundos do fato de a primeira muda da espécie, vinda das Antilhas, ter sido plantada na Bahia, em 1626, pelo governador Diogo Luís de Oliveira, o Conde de Miranda, conforme relato de Pio Corrêa. Somente em 1811, a espécie foi introduzida no Rio de Janeiro, por um agrônomo francês, a pedido do rei dom João VI.
Fui presenteada, pela tia Nilda, com essas pinhas doces como mel, colhidas no seu quintal . De lambem os beiços! Viva Slow Food!!!
Em nosso 2º encontro Slow Food Campo Grande, um dos convivias levou a biribá, também de lamber os beiços!
Biribá
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O biribá é também da família das Annonáceas. Assim como a ata, pinha ou fruta-do-conde, o araticum-do-cerrado ou marolo. O biribá é conhecido Brasil afora por vários nomes diferentes. Dependendo da região em que ocorre, pode ser ata, condessa-verdadeira, fruta-da-condessa.
Araticum do cerrado

O araticum-do-cerrado também da família Annonaceae, é uma fruta nativa do cerrado brasileiro, popularmente chamada de marolo, cabeça-de-negro ou bruto. O nome araticum vem do tupi e significa “fruto mole”.