Jatobá

A resina (seiva) de jatobá, um líquido amarelado também chamado de ‘vinho’, é extraída do tronco da árvore e utilizada como energético, para combater câncer de próstata e anemia. Mas sua fama está nas propriedades afrodisíacas, que lhe renderam o apelido de ‘viagra’ da Amazônia, segundo Kelceane Souza Azevedo, coordenador de uma pesquisa sobre manejo do jabotá, na Universidade Federal do Acre (UFAC). “Instituto do Trópico Subúmido da Universidade Católica de Goiás”

Fica aqui uma idéia para produzirmos com a  seiva do jatobá um xarope para ser usado na  gastonomia como o Maple Syrup, além é claro do forte apelo medicinal!

 

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O jatobá, Hymenaea spp da família das Leguminosae (Caesalpinoideae) é um fruto bastante utilizado pela população que habita os cerrados brasileiros. Existem dois tipos de jatobazeiros, o do campo e o da mata. Ambos produzem frutos comestíveis muito semelhantes. O jatobá-da-mata é uma das maiores árvores do cerrado. Sua madeira é de lei e de seu tronco extrai-se uma seiva medicinal para doenças respiratórias. O fruto do jatobá é uma vagem cuja polpa, farinácea, tem um sabor muito marcante, doce e característico. Do jatobá, é utilizado para alimentação a polpa farinácea na confecção de bolos, biscoitos, pães, misturada à farinha de trigo.

Também pode ser consumida ao natural ou sob forma de mingau. Para se obter a farinha, raspam-se as sementes com uma faca através de uma operação bastante lenta. A frutificação ocorre de julho a novembro e é possível armazenar a farinha em sacos plásticos em ambiente refrigerado. A farinha de jatobá é um alimento excepcionalmente rico em cálcio e fibras. “Portal Gastronômico Pirenópolis”